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Os preços dos vinhos

Existem vinhos dos mais variados preços no mercado, desde os bastante acessíveis até os caríssimos, que poucos têm condição de experimentar. Mas você sabe quais são os fatores de precificação dessa bebida incrível? 

Fatores que influenciam os preços dos vinhos

Tudo começa no cultivo da videira e nos cuidados dedicados a ela. O tipo de irrigação interfere, se a colheita é manual ou automatizada, a idade do vinhedo... A colheita manual, por exemplo, é mais selecionada, trabalhosa e, por isso, agrega maior valor. Da mesma maneira que uvas de vinhas velhas geram vinhos mais caros, porque têm menor rendimento com poucos cachos de muita intensidade e riqueza de sabores. 

As técnicas de vinificação também são preponderantes para os preços finais dos vinhos. Quanto mais etapas, mais processos utilizados, maiores os valores. Um vinho que envelheceu por 12 meses em barricas de carvalho custará mais caro que um que passou 6 meses, de forma geral. A barrica ser ou não de primeiro uso interfere no valor. Quanto menos usada, mais caro ficará o vinho.

Os tipos de vedantes podem encarecer o produto. Rolhas maciças de cortiça têm preços muito maiores que a tampa de rosca (screw cap), para se ter uma ideia. Além disso, o marketing envolvido na venda do rótulo e o posicionamento da vinícola no mercado também causam efeito. Sem contar as pontuações que o vinho pode conquistar dos críticos especializados! Esse fator aumenta consideravelmente os valores. 

É claro que o preço não necessariamente tem relação direta com a qualidade. Podemos ter um rótulo sensacional a um valor em conta, da mesma forma que existem exemplares caríssimos que não são tão bons. No fim, o que mais importa é o gosto pessoal de cada um. O melhor vinho é sempre aquele que a gente mais aprecia.