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Velho Mundo do Vinho x Novo Mundo do Vinho

Quando falamos dos países produtores de vinhos é comum ouvirmos Velho Mundo e Novo Mundo. Mas você sabe dizer o porquê desses termos? De forma resumida, Velho Mundo se refere à Europa e Novo Mundo aos demais países produtores mundo afora. 

É claro que Novo Mundo e Velho Mundo não se referem apenas ao território. Existem também questões culturais envolvidas. Aliás, essas denominações são usadas há séculos, sendo mais frequentemente usadas no final do século passado, quando o Novo Mundo passou a produzir 20% a mais de vinhos.

Antigamente, era possível notar com mais nitidez a diferença entre os estilos. Contudo, com o intercâmbio entre os dois Mundos, e aplicação das mais variadas técnicas criadas em um ou outro país, é cada vez mais difícil determinar o que define cada um deles, em um mundo do vinho globalizado e rico. 

Velho Mundo

Os países que integram o Velho Mundo são os produtores de vinhos da Europa, alguns da Ásia Ocidental e do norte da África. A palavra velho é usada porque foi na Europa que a Vitis vinifera nasceu, a espécie de videira que gera uvas para a elaboração de vinhos finos. 

É claro que os primeiros produtores da história são de lá. Foram eles que perceberam, inclusive, no quanto o solo e o clima influenciam no cultivo dos vinhedos. Além disso, eles foram os pioneiros em técnicas de vinificação.

Novo Mundo

Os países que foram colonizados pelos europeus, na América e Oceania, são os que, basicamente, compõem o Novo Mundo. Porém, a África do Sul, com uma produção vitivinícola consideravelmente antiga, também entra nessa classificação.

Ao longo dos séculos, os vinhos do Novo Mundo passaram a ter características próprias, mais voltadas para o consumo rápido, de acordo com seus terroirs e novas técnicas criadas pelos viticultores locais. Assim, os rótulos se diferenciaram dos produzidos no Velho Mundo, que pediam mais tempo de guarda.