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Como é feito o vinho rosé

Cheio de frescor e leveza, o vinho rosé conquista cada vez mais paladares mundo afora por seu estilo delicado e elegante. Com diversas tonalidades de rosa, desde os tons claríssimos até o salmão, esse tipo de vinho foi criado oficialmente no século 19. 

A coloração vem das cascas das uvas tintas usadas em sua elaboração, que pode ter diversos métodos, inclusive a mistura de um vinho tinto com um branco. 

Métodos de elaboração do vinho rosé

Co-fermentação

Nesse método, usado raramente, uvas tintas e brancas são fermentadas juntas até atingir a coloração desejada. Muito utilizado na Denominação de Origem de Cigales, na Espanha. 

Prensagem direta

Aqui as uvas tintas são prensadas com bastante delicadeza junto com as cascas, assim como na produção dos vinhos brancos. Aí retira-se as cascas para a fermentação. Assim, a coloração é controlada minuciosamente, gerando, vinhos de cor mais suave.   

Maceração curta

Nesse método, as cascas das uvas tintas são maceradas junto com os frutos por algumas horas, garantindo a coloração rosada. Pode ocorrer antes da fermentação ou durante. 

Sangria

O processo segue bem parecido com a produção dos vinhos tintos, contudo, depois da maceração ter resultado em uma coloração rosada, parte do mosto é retirada para a fermentação em branco, sem as cascas. O restante continua com as cascas para resultar em um vinho tinto. Esse método gera um rosé mais escuro e alcoólico.

Corte

Nesse método há a mistura entre um vinho tinto e um vinho branco, até atingir o rosé desejado. Nem todos os países permitem a elaboração desse jeito. Na Europa, por exemplo, é proibido. Na África do Sul e nos Estados Unidos é comum. 

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